CLARA DE ASSIS

CLARA DE ASSIS
Devemos viver e promover a sensibilidade ecumênica promovendo a fraternidade com os irmãos que pensam ou vivem a fé cristã de um modo diferente. Mas isso não significa abrir mão de nossa catolicidade. Quando celebramos a Eucaristia seguimos à risca o mandato do Mestre que disse: “Fazei isso em memória de mim!” A falta da Eucaristia deixa uma grande lacuna em algumas Igrejas. Um pastor evangélico, certa vez, me disse que gostaria de rezar a ave-maria, mas por ser evangélico não conseguia. Perguntei por quê? Ele disse que se sentia incomodado toda vez que lia o Magnificat em que Maria proclama: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48)… e se questionava o por quê sua geração tão evangélica não faz parte desta geração que proclama bem-aventurada a Mãe do Salvador! Realmente, ser católico é ser totalmente cristão!

domingo, 26 de agosto de 2012

 Amor
Nada nos pode separar do amor de Deus. A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
O amor de Deus é um amor de sacrifício. A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O amor de Deus dura para sempre. A Bíblia diz em Salmos 136:1 “Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.”
Como a Bíblia descreve o amor? A Bíblia diz em 1 Coríntios 13:4-7 “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”
A Bíblia diz que devemos amar-nos uns aos outros. A Bíblia diz em 1 João 2:7-8 “Amados, não vos escrevo mandamento novo, mas um mandamento antigo, que tendes desde o princípio. Este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. Contudo é um novo mandamento que vos escrevo, de vos ameis uns aos outros, o qual é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas vão passando, e já brilha a verdadeira luz.
O amor não é só para amigos. A Bíblia diz em Mateus 5:43, 44 “Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem.”
O amor é o resumo da lei de Deus. A Bíblia diz em Mateus 22:37-40 “Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
Podemos mostrar o nosso amor a Deus guardando os Seus mandamentos. A Bíblia diz em 1 João 5:3 “Porque este é o amor de Deus, que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são penosos.”
Não deixe que o seu amor por Deus se enfraqueça. A Bíblia diz em Apocalipse 2:4-5 “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres.”

José Luiz - Santa Clara de Assis Coqueiral de Itaparica v v 
ES

terça-feira, 24 de julho de 2012

         800 anos da ordem de Santa Clara de Assis





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Clara Favarone de Ofreducio nasceu em Assis – Itália. Seus pais se chamavam Favarone e Hortolana e suas irmãs Catarina e Beatriz. Aos dezoito de março de 1212 com dezoito anos de idade Clara de coração fervoroso abandonou casa, cidade e familiares, e foi acolhida por São Francisco e os frades na Capela de Santa Maria da Porciúncula berço da Ordem franciscana, dando início à Ordem das Irmãs Pobres (Clarissas) em 1212.
“Na legenda de Santa Clara, atribuída por muitos a Frei Tomás de Celano, o autor reconta como a virgem “abandonou casa, cidade e parentes” concedeu ao mundo a carta de repúdio e depois que tomou as insígnias da santa penitência... desposou-se a Cristo. Seguindo as ordens de São Francisco, esperava uma disposição da vontade divina sobre o local definitivo de sua nova vida. O conselho de São Francisco a guiou enfim à Igreja de São Damião. O biógrafo comenta este fato dizendo que em ‘São Damião’ fixou a âncora do seu espírito como um porto seguro. E não esquece de falar da história precedente. “É esta a famosa Igreja á qual restaurou são Francisco afadigando-se com zelo admirável e a cujo sacerdote tinha oferecido dinheiro para repará-la.” É a Igreja na qual, enquanto Francisco rezava, uma voz descida do lenho da cruz ressoou assim: “ Vai Francisco, e repara a minha Igreja que como vês esta em ruínas.” Não resta dúvida que o biográfo acentua na mudança definitiva de Santa Clara a São Damião uma disposição divina de uma vida nova. O local torna-se assim uma interpretação da missão de Santa Clara e de suas filhas para todos os séculos. A primeira resposta de São Francisco ao mandato do Crucificado: “ Vai e repara a minha Igreja” fora a pedra e o dinheiro. Mas a Igreja do Senhor é uma casa viva construída pelo Espírito Santo com pedras vivas. A resposta, segunda e definitiva, vem da misericórdia divina, vem da iniciativa pessoal do Espírito Santo: A resposta é esta jovem senhora, que desejava “fazer de seu corpo um templo só para Deus.” A casa de Deus torna-se construída pelo amor sem reservas de uma vida penetrada do Evangelho. Certamente a primeira Ordem em cujo o escopo existencial foi e é uma evangelização não só com palavras mas com uma vida realmente evangélica, era o grande sinal de São Francisco ao pedido de vinde e vede da cruz: “ Vai” e repara a Igreja que esta em ruínas. Porém, sem o sinal da vida de Santa Clara, faltava qualquer coisa de essêncial. Poderia-se entretanto pensar que a própria atividade humana, o radicalismo da vida evangélica e a força da nova pregação teria podido por si só reparar a Igreja: não é assim. Não é sem um significado profundo que Santa Clara é chamada a São Damião. A chama do Evangelho é nutrida pela chama da caridade; a caridade silenciosa, humilde, paciente, privada de esplendor e de sucessos externos; a caridade que não entende fazer qualquer coisa por si, mas deixa fazer o outro, o Senhor; a caridade que se abre sem medo e sem reservas a Seu operar e é condição de toda a evangelização. Esta caridade é o ponto de partida de onde se entrelaçam o espírito humano espírito divino que é amor.( Cardeal Joseph Ratzinger, 21 de Maio de 1989)
De 1212 até a sua morte aos sessenta anos de idade no dia 11 de agosto de 1253 Clara fez de sua vida um hino de louvor ao Senhor e restituiu multiplicado o talento recebido amando “Aquele que totalmente se deu por seu amor”. As últimas palavras que Clara disse antes de sua morte são uma síntese de toda a sua caminhada espiritual: “Vós Senhor sede bendito por me haverdes criado.”
Em sua vida Santa Clara iluminou seu século; após sua morte não cessa de atrair atrás de si inumeráveis seguidoras. As clarissas de todo o mundo caminham até Deus guiadas por sua luz. Vivem na Igreja segundo a forma de vida do Santo Evangelho que é o próprio Cristo. Em fraternidade e pobreza realizam na clausura esta vocação evangélica que não as afasta das relações com as pessoas, mas pela decisão de viver junto ao Senhor nasce uma liberdade profunda na qual estão incluídos homens e mulheres de todos os tempos e lugares. Diariamente as Irmãs Clarissas elevam a Deus orações, preces, intercessões e louvores; e completam o trabalho evangelizador dos Frades dedicando-se totalmente a humildade do trabalho de suas mãos e da oração. Enquanto os filhos de São Francisco em sua união com Cristo tem como claustro o mundo, as Clarissas encontram em seu Mosteiro o seu claustro como sinal de extrema pobreza, como sinal visível da sua permanente união com Cristo esposo.
“A escolha das irmãs de Santa Clara é uma realização profunda da verdadeira essência da Igreja que indica que essa vida é viver com o olhar fixo em Jesus, fazer-lhe sentir a própria voz que se une com a sua voz na meditação da Palavra divina e na oração da Igreja inspirada pelo Espírito Santo. É impetrar de Jesus a castidade, a obediência e a pobreza, é unir-se na penitência com o Senhor, vivendo não para si mesmo, mas em união com o Esposo pelo seu Corpo sofredor, pela ovelha desgarrada: a humanidade.”( Cardeal Joseph Ratzinger, 21 de Maio de 198

JLNEPO  

domingo, 20 de maio de 2012

Confiar sempre no Divino Pai Eterno


 Quando falamos em Divino Pai Eterno, não estamos falando de um santo, como muitos fiéis se enganam. Ele é o próprio Deus, Criador dos céus e da terra, parte da Trindade Santa.

A Palavra de Deus nos elucida sobre a confiança que devemos ter por Ele. “Nossos pais puseram a confiança em Vós, esperaram em Vós e os livrastes” (Salmo 21:5). É assim que Deus Pai faz a Aliança com Seu povo: pela promessa de uma vida eterna na terra prometida.

É necessário que confirmemos nossa confiança no Senhor, pois a segurança e o conforto de que precisamos só são encontrados quando nos deixamos guiar pelos ensinamentos d'Ele.

É papel dos pais orientar seus filhos nos primeiros passos do caminho de Deus, pois é impossível que eles façam as escolhas certas se nem ao menos têm conhecimento da Palavra de Deus.

A fé deve ser ensinada, ela deve ser aprendida, é dom de Deus, mas deve purificar nossa alma pelo ensinamento. E não devemos guardá-la para nós, devemos transmiti-la, ensinando principalmente para nossos queridos. É nossa obrigação ter esse zelo e jamais cair no comodismo.

Quem vai educar seu filho é você, quem vai fazer com que seu neto seja uma pessoa do bem é você e quem vai levar sua família para o céu também é você.

Nós que depositamos a nossa confiança em Deus jamais vamos morrer, não temeremos as secas, os desertos e as dificuldades impostas pela vida.

Quantas vezes não fomos alvos de calúnias, traições, decepções e julgamentos de pessoas que acreditávamos ser nossas amigas? Tudo isso é fruto da inveja, algo a que ninguém está imune, mas cabe a nós, filhos de Deus e seguidores da Sua Palavra, lidarmos com isso.

"A fé é o fundamento da nossa esperança",  padre Robson


Infeliz é o homem que ama o dinheiro, pois sua ruína está garantida
. Mas feliz é aquele que coloca seu tesouro no lugar certo, que confia na pessoa certa e coloca sua alegria no Senhor.

Mesmo que passemos por decepções na vida, sabemos onde encontrar alento para o espírito e segurança em meio à turbulência, pois nossa confiança está em Jesus Cristo.

A fé é o fundamento da nossa esperança, se eu espero é porque eu creio. Essa fé, que é uma luz concedida pelo Pai Eterno para brilhar dentro de nós, é sua missão. Mas não devemos nos enganar, pois ela é o instrumento para nossas boas obras, e sendo assim devemos torná-la fecunda ao anunciá-la a todos.

Devemos pedir a mesma fé que Abraão teve quando aceitou a ordem de Deus para sacrificar seu filho. E diante de todo desespero e angústia, Abraão foi capaz, enquanto caminhava até o monte, de dizer a seu filho, ao ser questionado sobre qual seria o sacrifício, “Deus proverá”.

Deus nos forja e trabalha nossa vida de acordo com o que tem reservado para nós. Cabe a nós fazer a escolha certa e aceitar de coração aberto tudo que Ele quer realizar em nossas vidas a partir de hoje.

É preciso que aceitemos nossa missão e aprendamos a viver pela misericórdia do Divino Pai Eterno. Hoje Deus nos chama para sermos fontes de luz na vida de outras pessoas. Feliz é você que crê no Senhor, porque todas as promessas de Deus serão cumpridas em sua vida!

Transcrição e adaptação: JLNEPO

domingo, 29 de abril de 2012

Eu sou o Bom Pastor


«Eu sou o Bom Pastor, conheço as minhas ovelhas»
news imagePor feliz iniciativa do Venerável Paulo VI, foi instituído neste 4º Domingo da Páscoa – Domingo do Bom Pastor – o Dia Mundial de Oração pelas Vocações.
Toda a Vocação é um dom do Espírito Santo, que não podemos alcançar pelos nossos humildes esforços, mas pela oração perseverante.
Unamos, pois, a nossa oração à do santo Padre, implorando muitos e santos operários para a Messe do Senhor.
Jesus Cristo, único Bom Pastor
Com palavras eloquentes e desassombradas, S. Pedro, revestido da força do espírito santo, anuncia aos Hebreus reunidos junto do Cenáculo, na manhã do Pentecostes, Jesus Cristo como o Messias prometido, o único Salvador do mundo.
Jesus Cristo, único Salvador.
Pela Sua Paixão, Morte e Ressurreição, restitui-nos a vida da Graça – a participação na vida da Santíssima Trindade, guia-nos com a Sua Palavra nos caminhos da Salvação, alimenta-nos com os Sacramentos e fala intimamente connosco na oração.
Desejando continuar no mundo a Sua acção salvadora, escolheu homens a quem, desde os Apóstolos até à consumação dos séculos, administra o sacramento da Ordem, pedindo-lhes a sua visibilidade – a sua voz, mãos, olhar, coração – para continuar a acção salvadora.
Deste modo, Jesus Cristo continua a ser o único Bom Pastora da Igreja, multiplicando a Sua Presença e acção por meio dos sacerdotes.
Um problema urgente.
De novo ressoam dentro de nós as palavras do Divino Mestre: «A messe, de facto, é vasta, mas os operários são poucos. Rogai – pedi com insistência – ao Senhor da messe que envie operários para a Sua messe». (Mt 9, 38).
A messe, como sabemos, é o mundo dos homens. Reclama generosidade da nossa parte para os cuidados dela. Significativamente, o Senhor não fala de terreno de cultivo, mas de campos de trigo loiro ondulando ao vento. O terreno pode esperar algum adiamento; e cultivar-se à vez. A messe exige trabalho urgente, para que o grão de trigo não se perca, porque está ameaçado por dois riscos principais: cair ao chão, quando se adia a colheita; e ser comido pelas aves do céu.
O Senhor fala-nos em dar a este problema uma resposta urgente, para o déficit de operários seja rapidamente superado.
Aponta como resposta a oração de petição perseverante (rogate), para que o Senhor da messe envie operários: os chame e lhes dê a graça da generosidade na resposta.
Mas, na espiritualidade cristã, a oração é inseparável da acção, isto é, de fazermos humanamente tudo o que está ao nosso alcance para lhe dar uma solução. O contrário seria tentar a Deus.
Olhando à nossa volta, deparamos com uma descristianização – paganização – galopante. As pessoas andam como ovelhas sem pastor. Há uma tal agitação de ideias erradas, que as pessoas não sabem para onde se hão-de voltar. Além disso, a ignorância religiosa é clamorosa, na maior parte dos casos.
A agravar esta situação, está o problema de que, quanto menos cuidado está o rebanho, menos as pessoas se queixam. A fome leva à apatia do rebanho.
Deus nunca falta!
A nossa oração e acção não faria sentido sem a certeza – confiança plena – que nos dá a fé de que Jesus Cristo nunca abandonará a Sua Igreja: «Eis que estarei convosco todos os dias até ao fim do mundo.» (Mt 28, 20). E acrescenta: «ciente da actividade constante do Espírito Santo na Igreja, intimamente crê que nunca faltarão completamente à Igreja os ministros sagrados [...].» (JOÃO PAULO II, Ex. Apost. Pastores dabo vobis, n.º 1).
Portanto, «a primeira resposta que a Igreja dá consiste num acto de confiança total no Espírito Santo. Estamos profundamente convictos de que este abandono confiante não nos há-de decepcionar, se entretanto permanecermos fiéis à graça recebida.» (P. D. V. n.º 1).
Mas não basta confiar e cruzar os braços. «Por este motivo, a confiança total na incondicionada fidelidade de Deus à Sua promessa está ligada na Igreja à grave responsabilidade de colaborar com a acção de Deus que chama, de contribuir para criar e manter condições as condições nas quais a boa semente, semeada pelo Senhor, possa criar raízes e dar frutos abundantes.»(P. D. V. n.º 1). A Igreja nunca pode deixar de pedir ao Senhor da messe que mande operários para a Sua messe (cf. Mt 9, 38), de dirigir uma clara e corajosa proposta vocacional às novas gerações, de as ajudar a discernir a verdade do chamamento de Deus e corresponder-Lhe com generosidade, e de reservar cuidado particular à formação dos candidatos ao presbiterado.» (P. D. V. n.º 2).
Os Pastores do rebanho
Jesus Cristo é a porta do rebanho de deus. Ninguém pode ter acesso a ele sem entrar por esta «porta», ou seja, sem receber dele o Sacramento da Ordem e a missão apostólica.
O sacerdote é insubstituível.
A primeira tentação, diante deste panorama desolador, é a de se sentir incapaz de lhe dar uma resposta, de fechar os olhos e esperar que resolva o problema quem vier atrás; ou então esperar um acontecimento miraculoso que resolva este problema, sem imaginarmos como nem quando.
Os leigos precisam de assumir o seu papel na Igreja, de participantes da tríplice missão de Cristo: sacerdotal, profética e real.
Mas isto não resolverá o problema. Pensar deste modo pode ser uma forma de alienação. A nossa razão e a experiência pastoral diz-nos que quanto mais os leigos trabalham, mais deve trabalhar o sacerdote. Quando querem levar os amigos a reconciliar-se com Deus, quem os há-de acolher e perdoar-lhes os pecados? Quem há-de celebrar a Santíssima Eucaristia?
«Sem sacerdotes, de facto, a Igreja não poderia viver aquela fundamental obediência que está no próprio coração da sua consciência e da sua missão na história – a obediência à ordem de Jesus: «Ide, pois, ensinai todas as nações» (Mt 28, 19) e «Fazei isto em Minha memória» (Lc 22, 19; cf 1 Cor 11, 24), ou seja, a ordem de anunciar o Evangelho e de renovar todos os dias o sacrifício do Seu Corpo entregue e do Seu Sangue derramado pela vida do mundo.» (P. D. V. n.º 1).
O Senhor quis constituir de tal modo a Sua Igreja que nós somos «insubstituíveis». A nossa eficácia, porém, não depende só da quantidade, mas também da qualidade: muitos e santos sacerdotes.

Fonte:
Revista Celebração Litúrgica